A campanha global “Clean Up The World”, inserida no Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente, tem como objetivos principais sensibilizar a população para a problemática dos resíduos sólidos urbanos, bem como envolver a comunidade local na recolha dos resíduos abandonados em zonas públicas. Assim sendo, a turma do 6.º4, com a colaboração da professora Sónia Bastos, juntou-se a esta iniciativa, de forma voluntária, na ação de limpeza e recolha de resíduos, no espaço público circundante à nossa escola.
Free Joomla Lightbox GalleryNo dia 16 de outubro, Dia Mundial da Alimentação, os alunos do 8.º 2 participaram numa aula na plataforma Zoom, organizada pela DECOJovem, cujo tema abordado foi "Sabes o que comes?". Estes tiveram a oportunidade de refletir sobre a sua alimentação, aprenderam a analisar os rótulos alimentares, perceberam que a publicidade e o marketing influenciam o nosso consumo e foram alertados para fazerem escolhas mais saudáveis, moderando o consumo de alguns alimentos.
Projeto de Educação Alimentar
Carla Velosa e Susana Brandão
Free Joomla Lightbox Gallery"DIa 17 de outubro, os alunos do 4.° ano participaram na inauguração do Funlab – Centro de Ciências Experimentais, da Câmara Municipal do Funchal. Um projeto que visa experiências laboratoriais no âmbito da literacia alimentar e sustentabilidade."
Free Joomla Lightbox GalleryO Presidente da Assembleia Legislativa da Madeira desafiou, no dia 18 de outubro, os alunos da nossa escola a apostarem fortemente na educação e na formação como formas de valorização pessoal e profissional. “No passado, quem nascia nas classes sociais pobres poucas possibilidades tinha para ascender socialmente. Felizmente que tudo mudou. O ensino alargou-se a todos, e através da escola e da educação os jovens têm agora mais oportunidades de ascensão social; (…) “a Educação é um excelente elevador social. Permite alcançar, no futuro, melhores salários e com isso melhores condições de vida”, vincou José Manuel Rodrigues na conferência inserida nos 35 anos da escola.
O Presidente do Parlamento madeirense aproveitou a oportunidade para explicar a importância da “Autonomia” e do “Poder Legislativo” para a melhoria das condições de vida dos portugueses residentes nas ilhas.
Após o 25 de Abril de 1974, “as Autonomias da Madeira e dos Açores cresceram nos planos político-administrativo, com direito a Estatutos e parlamentos próprios”, disse. Destacou, também, a entrada de Portugal na União Europeia, que “permitiu concretizar obras que ajudaram a impulsionar a economia destas regiões e a transformar as sociedades”, desfiando, desta forma, o fio da memória da história autonómica que remonta, na Madeira, ao século XIX.
No entanto, José Manuel Rodrigues reforçou que o desejo por mais Autonomia continua e não se esgotou com o 25 de Abril, apontando “10 causas que urge resolver num futuro próximo”.
“A renegociação da dívida com Estado daria outra folga ao Orçamento Regional, e com isso podíamos garantir outra qualidade de vida às nossas populações, e até mesmo baixar os impostos, contribuindo para o aumento do rendimento disponível das famílias”, começou por exemplificar. Entende, também, que o “Estado deve cumprir com o princípio da continuidade territorial e com o princípio da igualdade entre cidadãos, em todas as tarefas fundamentais consagradas constitucionalmente, a começar pelos transportes aéreos e marítimos de pessoas e bens”, bem como deve assumir “os custos com a saúde e a educação na Madeira”, à semelhança do que faz no território continental.
José Manuel Rodrigues patrocina a ideia de que o “Orçamento do Estado deve conter verbas para a ampliação da gare e da placa de estacionamento do aeroporto do Porto Santo, como pista alternativa à da Madeira”.
Questionado pelos estudantes sobre o que fazer para combater as alterações climáticas (?), o Presidente do Parlamento madeirense vincou que todos nós somos importantes para ajudar a reduzir os impactos do aquecimento global, “desde logo começando pela poupança da energia elétrica (grande parte produzida a partir de combustíveis fósseis), pela poupança de água, pelo recurso à mobilidade mais amiga do ambiente”, apontando como exemplos, de alternativas mais amigas, do ambiente os veículos elétricos, híbridos, a energia solar e a hidrogénio. A propósito das alterações climáticas reafirmou que “cabe ao Estado suportar os custos com os meios aéreos de socorro e combate aos fogos na Região, pois a proteção de pessoas e bens é uma missão de interesse nacional”.
Apesar da conjuntura internacional estar a ser marcada pelas mudanças no clima e por guerras, José Manuel Rodrigues deixou uma palavra de esperança aos jovens e o conselho para que ajudem a construir uma sociedade melhor, mais solidária e onde a cidadania e a democracia sejam mais valorizadas, em prol do bem de todos, da sociedade.
A conferência contou com a participação dos alunos de 9.º ano e elementos dos órgãos de direção e gestão da Escola dos Louros. O estabelecimento de ensino foi criado a 09 de outubro de 1989. Tem como lema “Educar, Formar e Incluir”, com o propósito de “contribuir para uma sociedade mais justa, solidária, tolerante, inclusiva e feliz”.
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